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EDITADOS

O JARDIM DO ARQUITECTO
Numa tarde tórrida de Agosto, uma jovem arqueóloga desaparece durante uma visita a Alhambra. Dias mais tarde é encontrada morta num velho barracão. As investigações da Polícia intensificam-se quando descobrem que ela usava uma identidade falsa e que era, afinal, uma prostituta de luxo. Quando as autoridades o informam, Miguel percebe o quão pouco sabia da mulher por quem se apaixonara. Inconformado, dedica-se a investigar o crime à revelia das autoridades: quem era Joane? E que vida secreta a levou à morte? Cada passo que dá, atira-o mais para o centro do mundo do crime. Prostituição de alto luxo, políticos corruptos e vinganças de família, levam Miguel a descobrir verdades que têm raízes na Segunda Guerra Mundial e no Holocausto. A sua vida também está ameaçada e não se liberta de ser, por parte da polícia, um dos suspeitos principais. Uma história cheia de verdades contemporâneas, que desvenda o crescente crime organizado e o tráfico de influências que ameaçam a nossa sociedade. Um enredo de ressentimentos e vinganças, que remontam aos anos do inferno nazi.
Edição: Agosto de 2008 (Trilogia do Holocausto). Editora: Saída de Emergência.

O ÚLTIMO LEGADO
Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de pinturas foram saqueadas pelos nazis e centenas sumiram sem deixar rasto. Em Agosto de 1944, após a libertação de Paris, noventa e três quadros valiosos – obras de pintores célebres, como Renoir, Cézanne, Degas e Picasso – continuaram escondidos numa cave de Montmartre, à espera que alguém cumprisse a última vontade de Hitler, claramente expressa no seu testamento pessoal: erguer em Linz o maior museu do Mundo, com o fruto das pilhagens e das aquisições feitas durante a ocupação da França.
Meio século depois, o que resta do legado do Führer vai despertar a cobiça de grupos neonazis e da máfia traficante de obras de arte.
No Guincho, o Procurador-Geral da República é vítima de estranho atentado e em Amesterdão, Susana Prado – jovem pintora que reproduz quadros de Van Gogh – acaba inocentemente envolvida na teia.
Enquanto Álvaro Castro, um emigrante e velho amigo do PGR, desaparece numa visita suspeita a Lisboa, subsiste o mistério sobre a morte de Karl Göpel, o legatário. Mas será que este jogo de sombras não esconde algo mais? Afinal, há contas do passado que ainda estão por ajustar.
Da História à ficção, um thiller que corre vertiginosamente entre Paris, Berlim, Amesterdão, Lisboa e uma quinta algures nos arredores de Elvas.
Edição: Setembro de 2010 (Trilogia do Holocausto). Editora: Chiado Editora.

SERRA NEGRA
Erich Müller, detective privado conhecido no meio como “o último caçador de nazis”, recebe a denúncia de que um médico foragido à Justiça, assistente do sinistro Josef Mengele – o “Anjo da Morte” – nas terríveis experiências feitas em Auschwitz com vista ao apuramento da raça, está escondido na cidade de Londres usando a capa de um vulgar alfarrabista, sem nunca ter prestado contas pelos crimes cometidos.
Porém, quando começa a pisar-lhe o rasto, Müller sabe muito pouco acerca desse homem. Desde logo, que o algoz lidera um processo secreto de clonagem reprodutiva numa clínica alemã, financiado por uma organização neonazi que, há anos, se julgava extinta. E nem imagina que a cruzada quase impossível do escritor Billy Spark, num retrocesso às origens, acabará por despoletar a revelação de algo imprevisível, capaz de mudar o curso da perseguição. Mas, mesmo assim, não são boas notícias para o falso livreiro: atentos ao seu vai-e-vem entre Londres e Berlim, outros passos determinados seguem-lhe a sombra.
Para além de um thiller sobre segredos inconfessáveis, “Serra Negra” é sobretudo a descida real e chocante ao inferno das atrocidades cometidas pelos nazis na senda doentia de criarem seres “perfeitos” à sua imagem.
Edição: Setembro de 2012 (Trilogia do Holocausto). Editora: Chiado Editora.
 

SONATA
Não era segredo que, no país de Salazar, a PIDE farejava em cada esquina, em cada canto, em qualquer lugar. Tinha máscaras, movia-se nas sombras, mas Armando Neto estava longe de imaginar que alguém próximo fosse capaz de lhe abrir as portas do inferno. Durante anos a fio, numa cela fria de Peniche, pagou muito por quase nada. Porém, depois de Abril, deixou acalmar os nervos da Revolução e só na hora da morte revelou o nome que abriu caminho à cruzada de Rafael. O filho jurou vingança e essa viagem, para cobrar a velha dívida, irá levá-lo por trilhos às vezes aprazíveis, outras vezes pantanosos.
“Cuidado com os escolhos”, avisou o pai. Mas determinado, Rafael seguiu em frente e encontrou mais do que esperava. Porém, ainda não era tudo: com as marcas de um crime terrível do passado, algo mais se escondia, latente, à espera de se revelar.
Pela “Sonata”, nome de mansão e local de encontro de amantes ocasionais, passa o retrato dos tempos cruéis da ditadura, dos métodos sinistros da polícia política e do Portugal supostamente neutro que, em plena Segunda Guerra Mundial, sufocava imerso num mar de espiões de ambas as partes da contenda.
A História não se repisa, relembra-se, para que não caia no esquecimento. E é por isso que esta história foi escrita.
Edição: Junho de 2022. Editora: Edições Vieira da Silva.

 
ETAPAS  

Nasceu em Évora, tendo-se dedicado dezasseis anos à música, que abandonou aquando do ingresso numa instituição bancária. Após uma longa carreira de mais de três décadas, na função de Técnico/Coordenador em áreas dos Recursos Humanos, finalizou a actividade no sector coordenando o centro cultural e desportivo dos empregados do Banco.

Porém, desde muito cedo, a par da magia dos sons, cultivou o gosto pela escrita e pela Comunicação Social, tendo sido colaborador de vários jornais e, durante mais de uma dezena e meia de anos, animador em diversas rádios locais e regionais, onde também efectuava análise política.

Atento aos horrores do Holocausto, em 2008 publicou o romance “O Jardim do Arquitecto”, primeiro de uma trilogia sobre as atrocidades cometidas pelo regime nazi, ao qual se seguiram “O Último Legado” (2010) e “Serra Negra”, em 2012.

O seu quarto romance, “Sonata”, é mais uma denúncia (nunca demais) acerca dos hediondos crimes cometidos pela PIDE sob o manto da ditadura de Salazar, a par de uma perspetiva da espionagem em Portugal, nos tempos conturbados da II Guerra Mundial.

Carlos Alberto Saloio

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